segunda-feira, 14 de março de 2011

Amor possível em Verona

Verona é mesmo a cidade dos apaixonados. Fomos para lá curtindo no Ipod o filme Cartas para Julieta. E também levávamos nossas cartinhas agradecidas para ela, que como conta a história, viveu para morrer de amor.







Depois de visitarmos os principais pontos turísticos e de deixarmos nossas cartinhas na Casa da Julieta, descobrimos uma delicada feirinha de Natal, onde comemos delícias produzidinhas ali, na hora.







Na cidade que imortalizou a mais bela história de amor, faltaram palavras para descrever o romantismo do lugar. Na verdade, normalmente quando dissemos que faltam palavras, o que falta é ideia mesmo. Que estranho. É um tal de encher o coração e esvaziar a cabeça a paixão, não é?

Os vinhos da área dos arredores da cidade de Verona incluem o vinho branco Soave, o espumante Prosecco e os tintos Valpolicella e Bardolino. Para completar o dia de amor em Verona, tomamos um Valpolicella. Os vinhos Valpolicella estão entre os mais suaves e frutados da Itália. Nunca havia provado e achei aquele exemplar da Cantina di Negrar bem simples, capaz de me provocar menos do que a bela e inesquecível Verona.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Primeiras Rolhas na Itália 1



Ontem, fazíamos um sanduíche quente caprese, com tomatinhos plantados na nossa horta. As minhas filhinhas selecionavam as folhas de manjericão recém-colhidas e lavadinhas. Foi aí que uma delas provou o manjericão e disse que agora estava com a boca “hortelada”, referindo-se ao sabor refrescante do tempero. Achei, claro, uma gracinha de verbo e, inspirada por ela, quis contar aqui os sabores que deixaram a minha boca mais divinamente “uvada” na viagem para a Itália, há pouco mais de dois meses.

O primeiro vinho foi um S. Osvaldo Merlot, que tomamos no jantar de Natal em Milão. Pela carinha, o vinho da região de Vêneto parecia um vinho simples, mas se revelou encorpado, aveludado, com sabor de frutas vermelhas bem intensas e com um custo benefício muito bom.



O gostinho de frutas vermelhas intensas uvou a boca e ali permaneceu, enquanto admirávamos o Duomo inesquecível de Milão.

terça-feira, 8 de março de 2011

Carnaval sem ressaca


O carnaval acabou. Longe de ser a minha festa favorita, aproveitei para ficar com a família e curti muito a paradinha. Hoje para comemorar o aniversário do cunhado, minha irmã e eu tomamos um Moscatel da Salton. Ficou uma delícia com a torta de morango com chocolate. Uma bela forma de terminar o feriadinho e começar a mini semaninha cheia de energia.
Aqui o carnaval não deu ressaca. Mas, se aí aconteceu, lembre de se hidratar bastante, viu?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Yoga para quem ama vinho

A minha querida amiga Cibele que deu a dica e você precisa assistir:



Enjoy it!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O melhor vinho da Argentina

Fomos jantar no nosso restaurante favorito e escolhemos espetinhos de camarão, salmão e congrio. Para acompanhar, além da minha família querida, ainda tivemos uma garrafa de El Ciprés Torrontés, da vinícola Luiz Correas, safra 2009. O vinho veio refrigerado e coloriu a taça com um amarelo intenso, o mais dourado da paleta. A taça ficou pequena para o delicioso perfume de flores. O melhor é que tem um final gostoso. Bom do início ao fim.
O vinho foi indicado pela casa e logo lembramos de um Torrontés que provamos em Mendonça, Família Zuccardi. Essa uva branca, de origem espanhola, se estabeleceu muito bem em solo argentino, especialmente na região de Salta (mas também tem cultivo expressivo na capital argentina do vinho, que é Mendonça). A cepa produz vinhos frutados e pode lembrar o Moscatel, embora sem a mesma intensidade de doçura. Alguns fazem uma comparação com a Viognier francesa, mas a Torrontés não me parece tão encorpada quando a rainha branca.
Segundo alguns sites, a Torrontés pode se tornar tão importante e emblemática para a Argentina quanto é a uva Malbec. Para mim, essa disputa entre as cepas de origem espanhola e francesa só tem um vencedor: quem apreciar um bom vinho.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

SPFW das taças de vinho

Nessa semana, que começa com muita moda, quero mostrar a iniciativa bacana do designer londrino Kacper Hamilton. Ele criou uma linha de taças inspiradas nos sete pecados.

Eu costumo tomar vinho nas taças Bordeaux, que acredito sejam as mais coringas, mas vale a pena conhecer esse novo olhar sobre as cristalinas taças. Das mais inusitadas às que poderiam estar a nossa mesa no próximo jantar, Kacper foi criativo demais.
Veja o desfile aqui:


Da esquerda para a direita: luxúria, inveja, cobiça, orgulho, gula e preguiça.



Acima, a taça da ira.






Fontes: criadesignblog.pop.com.br e revistacasaejardim.globo.com

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O vinho verde da Nova Zelândia


Agora, podemos dizer que não é só Portugal que tem vinho verde famoso: cada garrafa de Mobius Marlborough sauvignon blanc, um vinho da Nova Zelândia, terá impresso em seu rótulo as emissões calculadas para mostrar o impacto ambiental de fatores como o transporte e a refrigeração.
O Mobius Marlborough é o primeiro a ser certificado pela Carbon Trust da Grã-Bretanha.
Veja mais informações sobre o vinho carbon-free aqui:

http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1914,3177654,16308